segunda-feira, 9 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Rescaldo Solene
Porque não se começa uma frase com Porque ou com E, eu começo por dizer que adoro fotos de família. Em mim o acto de fotografar é compulsivo, gosto de rever vezes sem conta as pessoas e os locais por onde passei.
Também olho ao enquadramento, profundidade de campo e pertinência temática, não obstante!
Assim, aqui fica registada a foto de grupo daquela que foi uma boa experiência: "O Solene Resgate" de Ricardo Neves Neves nas Curtas dos Primeiros Sintomas, ali mesmo atrás do Mercado da Ribeira.
Também olho ao enquadramento, profundidade de campo e pertinência temática, não obstante!
Assim, aqui fica registada a foto de grupo daquela que foi uma boa experiência: "O Solene Resgate" de Ricardo Neves Neves nas Curtas dos Primeiros Sintomas, ali mesmo atrás do Mercado da Ribeira.
domingo, 1 de julho de 2012
O Solene Resgate
Pois não é que encontraram a Princesa?
Hoje mesmo se saberão todos os pormenores indiscretos deste caso que durante uma semana fez páginas e páginas da imprensa cor-de-rosa.
Este foi um caso de tal forma inspirador que o grande autor português Ricardo Neves Neves se sentiu impelido a escrever "O Solene Resgate" - uma fotonovela real, cheia de ritmo, música, coreografias arrojadas, um colorido para todos os sentidos, um deleite para todos quantos nos foram ver (ou ainda irão logo pela noite)!
Hoje mesmo se saberão todos os pormenores indiscretos deste caso que durante uma semana fez páginas e páginas da imprensa cor-de-rosa.
Este foi um caso de tal forma inspirador que o grande autor português Ricardo Neves Neves se sentiu impelido a escrever "O Solene Resgate" - uma fotonovela real, cheia de ritmo, música, coreografias arrojadas, um colorido para todos os sentidos, um deleite para todos quantos nos foram ver (ou ainda irão logo pela noite)!
quinta-feira, 28 de junho de 2012
O Cerejal
Hoje tornei ao "Cerejal" do primeiro ano, podado pela Maria João Vicente na Casa Amarela (ESTC) e demais guardiões do pomar. Foi bom lá ter estado e ter podido presenciá-lo.
Obrigada a quem no quarto das crianças me ficou com a Madalena!
Ver e rever os outros: colegas, professores, amigos, a mim.
Negros, cinzentos, brancos, assim nos crescem com o tempo.
*
quarta-feira, 27 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Eu vejo assim
É verdade que tenho andado arredada daqui, primeiro por acontecimentos inesperados, daqueles que só queremos adiados, depois porque regressei aos ensaios (e sabe mesmo bem).
Mas o que ando há dias para aqui partilhar, prende-se com diferentes perspectivas.
Já não é a primeira vez que eu vou pela minha rua fora com a pequena pendurada à barriga (ainda? pois, é que ela anda mas também pára, baixa e arremete para locais para onde não quero ir assim com pressa), e há uma senhora que passeia o seu cãozinho pequeno porte nervoso e me diz "não tenha medo que ele não faz mal". Aquilo inquieta-me! Porque é que eu haveria de recear? Porque é que a senhora fica incomodada com o seu cãozito, que nem nos ladrou nem nada?
Faz-me lembrar alguém a quem um dia tinha de fazer chegar uns apontamentos por ter estado doente, e foi combinado encontrar-me com o pai dessa pessoa "não te atrases" pediu-me, na expectativa de não o desapontar através de um possível atraso meu!
Como as coisas são, cristalinas, sob diversas perspectivas consoante o lado de que se olha.
E depois as Festas de Lisboa, que passaram mais introspectivas e sem sardinhas, marcadas pela greve do pessoal da recolha do lixo e o acumular do mesmo dias e dias. O que me fez confusão são as pessoas que não selecionam o lixo; há sítios que recebem roupas ou mobiliário como as lojas da Humana ou da Remar, e os ecopontos, esses também estavam cheios. Mas segundo ouvi na Antena1 houve muito boa gente compreensiva que guardou o seu saquinho em casa há espera da retoma do serviço.
E a vida continua. Temos os nossos próprios projectos e filhos para continuar a criar, há todo um mundo de coisas a acontecer fora da nossa própria bolha como por exemplo a vida política "social" e económica circundante, a exposição de obras de Joana Vasconcelos no Palácio de Versailles, ou a Cimeira Rio+20, e o nosso merecido VIVA à Selecção Nacional!
Mas o que ando há dias para aqui partilhar, prende-se com diferentes perspectivas.
Já não é a primeira vez que eu vou pela minha rua fora com a pequena pendurada à barriga (ainda? pois, é que ela anda mas também pára, baixa e arremete para locais para onde não quero ir assim com pressa), e há uma senhora que passeia o seu cãozinho pequeno porte nervoso e me diz "não tenha medo que ele não faz mal". Aquilo inquieta-me! Porque é que eu haveria de recear? Porque é que a senhora fica incomodada com o seu cãozito, que nem nos ladrou nem nada?
Faz-me lembrar alguém a quem um dia tinha de fazer chegar uns apontamentos por ter estado doente, e foi combinado encontrar-me com o pai dessa pessoa "não te atrases" pediu-me, na expectativa de não o desapontar através de um possível atraso meu!
Como as coisas são, cristalinas, sob diversas perspectivas consoante o lado de que se olha.
E depois as Festas de Lisboa, que passaram mais introspectivas e sem sardinhas, marcadas pela greve do pessoal da recolha do lixo e o acumular do mesmo dias e dias. O que me fez confusão são as pessoas que não selecionam o lixo; há sítios que recebem roupas ou mobiliário como as lojas da Humana ou da Remar, e os ecopontos, esses também estavam cheios. Mas segundo ouvi na Antena1 houve muito boa gente compreensiva que guardou o seu saquinho em casa há espera da retoma do serviço.
E a vida continua. Temos os nossos próprios projectos e filhos para continuar a criar, há todo um mundo de coisas a acontecer fora da nossa própria bolha como por exemplo a vida política "social" e económica circundante, a exposição de obras de Joana Vasconcelos no Palácio de Versailles, ou a Cimeira Rio+20, e o nosso merecido VIVA à Selecção Nacional!
Exposição "Joana Vasconcelos Versailles"
De 19 de junho a 30 de setembro, Joana Vasconcelos expõe no Palácio de Versailles, em França. É a primeira artista portuguesa a expôr no mítico espaço. Para além das peças criadas para a exposição, Joana Vasconcelos apresenta algumas das suas obras mais coa Cimeira Rio+20as frases não se começam por "e"
quarta-feira, 6 de junho de 2012
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