By these following days I'm working as a scouter, for the first time, like a challenge.
From 8 till 80.
So I use my communication skills (in Portuguese I would use another word for it), and after taking a "long look" in others faces and eyes, I approach them. I do it naturally and fast, friendly and professionally I hope. And sometimes, it's really like a first blind date, with someone that's handsome inside and out!
Between a crowd it's kind of easier because some faces do stand up.
At one point I was looking both kid and mum, the mother was on the phone so I waited. A gray-haired male god passed by, got inside the shop, and in seconds I lost them all. Meanwhile I went to a young lady, and after looked through the glass for the man which fortunately I was able to see again. And there I was - waiting for him to pay and got out, in the shop checkout number one at the precise moment that in the checkout number two the mum and kid turn to appear! No! Oh no! Who will come out first? Do I have to choose? This really looked like a Jacques Tati's script, so perfect!
And as if by magic I was able to take the two first and run for the one!
Taking and leaving subways, buses, trams, trains, places of everyday's Lisbon scenes.
Invited for the movie, inviting their phone numbers.
A kind of public intimacy.
So by these past few days, besides taking a lot of cold, and windy time, I've been taking little lessons. Of how life changes and sometimes how circles do take you to the same places of your past but in different realities. Taking a no or a yes, taking so much sympathy in these few minutes talks, without thinking commercial or about achievements.
The way young or older say: thanks for making me stop for a while, or no thanks, because I've choose no to be a model anymore, or I've already been approached before, perhaps now, or I've just got retired and I'm still wondering what to do with my new life.
To me people will always be beautiful, with all their personal imperfections and dark sides.
To me average or ugly are not marketable but lovable.
To me it's time to continue until the next step.
Thank you all.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
PORTANTO
Aceitando-me como sou, inconstante nalgumas coisas, inflexível noutras, sei que ainda não estou satisfeita. Gostava de ser mais inteligente, conhecedora, experiente, e de poder ajudar verdadeiramente aqueles de quem gosto.
Como não faço milagres, faço o que posso, e fico contente por perceber que dos outros lados o meu pouco às vezes faz diferença.
Tal como fez tantos momentos deste ano de 2014. Um ano não propriamente extraordinário por si mas com tantos momentos charneira que me faz contradizer de imediato a afirmação anterior.
Um ano de bom regressos, de crescimento, de belíssimos momentos de teatro graças aos quais me posso permitir sentir como actriz, de evolução familiar, de sustos, dissabores e milagres, de companheirismo, de novos amigos literários que passei a admirar, de tolerância... um pouco!
Um "Bem Haja" a todos para 2015, em rigor!!
Como não faço milagres, faço o que posso, e fico contente por perceber que dos outros lados o meu pouco às vezes faz diferença.
Tal como fez tantos momentos deste ano de 2014. Um ano não propriamente extraordinário por si mas com tantos momentos charneira que me faz contradizer de imediato a afirmação anterior.
Um ano de bom regressos, de crescimento, de belíssimos momentos de teatro graças aos quais me posso permitir sentir como actriz, de evolução familiar, de sustos, dissabores e milagres, de companheirismo, de novos amigos literários que passei a admirar, de tolerância... um pouco!
Um "Bem Haja" a todos para 2015, em rigor!!
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
ESTOU COM ATRASO...
Sim... não... quero dizer... foi por esta altura uns pares de anos atrás que o sapatinho trouxe novidades e promessas natalícias de um futuro repleto de uma vida plena, ou seja, coisas a amontoarem-se por falta de tempo ou energia, revalidação de prioridades, etc.
Mas de cada vez que se recebe um aceno, já para não falar dos beijos amorosos e dos abraços, das birras disfarçadas de chamada de atenção ou simples cansaço, de cada nova conquista, de cada salto mais alto e rápido que o Sonic Colours, de cada prestação desarmante frente a um público ou uma singela apresentação: "bom dia, o meu nome é", de cada uma dessas vezes tentamos apanhar o próximo comboio porque aquela é a estação certa naquele momento. E a viagem, mais espaçada ganha outra riqueza, para mim, digo.
Quero um Alfa Pendular que me deixe apeada nas bonitas estações de Setil ou Santarém, para de Regional ir parar a uma qualquer automotora em Beja, e como num passe de mágica saltar para o TGV, depois e a propósito, seguir noite adentro no Santa Claus Express, mergulhando por último nas carruagens do mítico Expresso do Oriente.
Não... não estou de esperanças, mas tenho esperança. E se isto parecer piroso, (talvez o seja), tenho cada vez mais vontade de pôr mãos à obra. Apesar de saber a forte tendência lamurienta e da tácita do "deixa andar" portuguesas, acho que a herança daquele que é um povo trabalhador por excelência, é mais forte e fará com que essa inclinação da balança acabe por dar frutos.
Mas de cada vez que se recebe um aceno, já para não falar dos beijos amorosos e dos abraços, das birras disfarçadas de chamada de atenção ou simples cansaço, de cada nova conquista, de cada salto mais alto e rápido que o Sonic Colours, de cada prestação desarmante frente a um público ou uma singela apresentação: "bom dia, o meu nome é", de cada uma dessas vezes tentamos apanhar o próximo comboio porque aquela é a estação certa naquele momento. E a viagem, mais espaçada ganha outra riqueza, para mim, digo.
Quero um Alfa Pendular que me deixe apeada nas bonitas estações de Setil ou Santarém, para de Regional ir parar a uma qualquer automotora em Beja, e como num passe de mágica saltar para o TGV, depois e a propósito, seguir noite adentro no Santa Claus Express, mergulhando por último nas carruagens do mítico Expresso do Oriente.
Não... não estou de esperanças, mas tenho esperança. E se isto parecer piroso, (talvez o seja), tenho cada vez mais vontade de pôr mãos à obra. Apesar de saber a forte tendência lamurienta e da tácita do "deixa andar" portuguesas, acho que a herança daquele que é um povo trabalhador por excelência, é mais forte e fará com que essa inclinação da balança acabe por dar frutos.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
UM BRINDE ESCOCÊS
Estou prestes a sair de casa e espreito se ainda há alguém por aqui... as estatísticas levam-me ao Reino Unido que assim não anda e penso se a indecisão tem razão de ser, se a política do medo por parte do discurso inglês (no caso de o "sim" vencer), corresponde a mais do que isso ou se de futuro uma possível independência europeia venha a traduzir-se em mais do numa epopeia, e se venha a efectivar num plano sustentável e inteligente.
Acredito que esta não seja uma mera manobra política, por isso, desejo a todos os intervenientes muita ponderação no momento de decidir, e coragem para seguir o caminho escolhido.
Acredito que esta não seja uma mera manobra política, por isso, desejo a todos os intervenientes muita ponderação no momento de decidir, e coragem para seguir o caminho escolhido.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
UM LIVRO POR DIA
Sei que não se devem começar as frases pela negativa, mas na realidade não tenho lido um livro por dia, tal como na meta pessoal de uma querida amiga minha. Habitualmente, às 22h a energia remanescente tem de ser exponenciada até ao momento de fechar os olhos.
Comigo agora tenho "Pantagruel" de Rabelais, é a minha leitura recente. Para férias levei o nº 1 da revista "Gerador", um livro acerca das Aves de Lisboa (é hoje que o vou devolver à Biblioteca, prometo!), e na estante alheia (coisa de que eu tanto gosto, isto quando estou à vontade com a estante alheia entenda-se) descobri um livro intitulado "Dalí", escrito por Lluís Llongueras.
Não é significativo, mas entre releituras do "Nuno e Carolina" ou de "O Grufalão", que tanto prazer nos dá, é um sinal de esperança em tempos de descrença no crescimento colectivo sério. Parece que antes do novo acordo ortográfico houve palavras abolidas por terem caído em desuso.
Felizmente continua a existir bons sonhadores, bons pensadores e bons praticantes. Heh!
Comigo agora tenho "Pantagruel" de Rabelais, é a minha leitura recente. Para férias levei o nº 1 da revista "Gerador", um livro acerca das Aves de Lisboa (é hoje que o vou devolver à Biblioteca, prometo!), e na estante alheia (coisa de que eu tanto gosto, isto quando estou à vontade com a estante alheia entenda-se) descobri um livro intitulado "Dalí", escrito por Lluís Llongueras.
Não é significativo, mas entre releituras do "Nuno e Carolina" ou de "O Grufalão", que tanto prazer nos dá, é um sinal de esperança em tempos de descrença no crescimento colectivo sério. Parece que antes do novo acordo ortográfico houve palavras abolidas por terem caído em desuso.
Felizmente continua a existir bons sonhadores, bons pensadores e bons praticantes. Heh!
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
POR HOJE
Vou-me cingir ao dia de hoje, nada de megalomanias: dos Anjos à Baixa, exposição das sardinhas, e umas tantas na mala, depois subindo pelos elevadores gratuitos até às traseiras do Castelo, de novo na Graça, descendo aos Anjos, para muito mais tarde regressar com Graça ao Botequim da Natália. E diz-se dos bufões que têm uma verdade interior muito sua, mágica. Está dito!
Subscrever:
Mensagens (Atom)