Depois de adormecer pela enésima vez com os pequenos, acordo para arrefecer a casa e deixar entrar um pouco do mundo de hoje. (ouvi-lo e vê-lo exige tempo, enfim...)
Dia segundo de ensaios, dia de segunda audição para um filme alemão.
Destaco então esta notícia:
Situação financeira “alarmante” pode levar à suspensão das actividades da Cinemateca já em Setembro.
Directora acredita que o secretário de Estado ainda pode encontrar uma solução, mas admite que este “momento é de grande aflição”, sobretudo no que toca ao ANIM, o melhor arquivo do cinema português.
http://www.publico.pt/cultura/noticia/situacao-financeira-alarmante-pode-levar-a-suspensao-das-actividades-da-cinemateca-ja-em-setembro-1603538
*
Lembro-me da Cinemateca sobretudo de algumas noites do tempo das Belas-Artes. Dos filmes míticos, da boa companhia, por vezes depois de entradas de última hora após uma espera longa de sessão esgotada. Daqueles sofás brancos maravilhosos, os mais confortáveis de todas as plateias, e que entretanto foram substituídos.
Das idas posteriores a esse tempo, a última vez, um filme de substituição, um mau filme curioso de ver, nem sei o nome.
Cinema a braços com a Fotografia por quem arrestei os pequenos na passada 2a feira dia 19 para uma exposição do fotógrafo Eduardo Portugal (1900-1958) acerca da cidade de Lisboa (sobretudo das décadas entre 1920/1950) no Arquivo Municipal de Lisboa (na Rua da Palma), após uma familiar confusão com uma série de outras actividades únicas a decorrer neste dia mundial desta vez no Centro Português de Fotografia (no Porto!)
http://www.dnoticias.pt/actualidade/5-sentidos/402137-dia-mundial-da-fotografia-assinalado-no-porto
terça-feira, 20 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
Check!
Hoje pela manhã ultimei o resto do pack, está tudo certinho para Setembro.
Agora é reunir malas, sons, sensações, histórias, e começar a viajar para o regresso!
E ainda que não faça uso do que implica o vocabulário "low cost", o descanso pede-se como o sol que todos os dias nos presenteia e seca a roupa que demoradamente se estende!
Agora é reunir malas, sons, sensações, histórias, e começar a viajar para o regresso!
E ainda que não faça uso do que implica o vocabulário "low cost", o descanso pede-se como o sol que todos os dias nos presenteia e seca a roupa que demoradamente se estende!
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Vamos a Banhos
Na plateia do Teatro Nacional (do domingo passado) pronta para ver o exercício final de alunos finalistas de Teatro da ESTC "As Termas" a partir do Universo de Hermen Hesse, orientados por Maria Duarte, já depois de me cruzar com caras conhecidas, sentada, à frente a Joana, atrás o Pedro, que passou para a fila da frente, ao meu lado outro Pedro.
Que bom ter podido assistir ao espectáculo!
Entretanto à minha frente, (no lusco fusco), ele enrolava os caracóis com tal frenesim, como um gesto enérgico e auto-descontrolado mas consciente de quem ainda para mais também é actor!
E foi bom sentir-me diferente no meu lugar...
Que bom ter podido assistir ao espectáculo!
Entretanto à minha frente, (no lusco fusco), ele enrolava os caracóis com tal frenesim, como um gesto enérgico e auto-descontrolado mas consciente de quem ainda para mais também é actor!
E foi bom sentir-me diferente no meu lugar...
terça-feira, 23 de julho de 2013
Like
Pois por detrás do pequeno ecrã, está outro alguém que como nós, pode ser o maior pensador, pode ser o coração mais generoso, a alma mais solitária, pode estar de roupão e olheiras ou vestir-se fresco para o novo dia, mas todos gostam de um abraço, um obrigada, um gesto, e nem um feixe de luz sedutora pela distância pode fazer-nos esquecer que do outro lado há alguém, que sente.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
ENCERRAR NÃO! - MANIFESTO
A mensagem abaixo descrita, partilho-a.
Trata-se do previsto encerramento da Livraria Sá da Costa, mesmo ao cimo do Chiado, juntinho aos croissant de chocolate derretido, do lado, como quem pisca o olho ao Fernando Pessoa sentadito mais à frente.
Ainda há dias falaram-me do infeliz destino do Palácio da Rosa, datado do Séc.XVI e implantado na Mouraria. Onde viria a funcionar entre outros equipamentos culturais o Gabinete de Estudos Olissiponenses e a Academia Portuguesa de História (frente à qual muito curiosamente hoje passei pela primeira vez, e cuja fachada estava vestida de faixas pretas, ou não fosse a História aquilo que de vez em quando se quer varrer para debaixo do tapete!).
Despejados os moradores de anos, venderam-no, revenderam-no e abandonaram-no!
Por isso, e pela ida Horta do Monte da Graça...:
"Caros amigos,
É importante ir a este evento, uma vez que a partir da próxima Segunda-feira a Livraria Sá da Costa, que comemora o seu centenário este ano, vai possivelmente fechar... antes que chegue mais uma loja de inutilidades... deviamos juntar-nos para preservar a cultura da nossa cidade. E com a nossa força conjunta exigirmos perservar um bem que deveria ser de todos.
Lançamento do "MANIFESTO CONTRA O DESASTROSO ENCERRAMENTO DAS LIVRARIAS DA CIDADE DE LISBOA NO CENTENÁRIO DA LIVRARIA SÁ DA COSTA"
Sábado às 21:00
Livraria Sá da Costa Editora em Lisboa
segunda-feira, 15 de julho de 2013
A ACONTECER
Com tanta coisa a passar-se de importante no país, eu preocupo-me com compras a fazer, textos para decorar, para escrever, alemão para estudar, pesquisas por realizar, pessoas a visitar, e a minha cabeça parece uma agenda no tempo, atropelada pela desarrumação organizada.
Então hoje, um dia D de atarefaDo, ocorreu-me estar em plena Lisboa, num 9º piso na Rua dos Pentes, a contemplar um pouco da Mãe d'Água das Amoreiras, e estar no Hotel Amazónia!
Não vi de imediato qual a ligação!
Talvez os povo Ameríndios precisassem domar seus cabelos, ou talvez tivesse simplesmente a ver com as origens da Indústria brasileira nas quais (entre outros produtos) pentes de tartaruga saíam das oficinas artesanais do início do século XIX para o mundo.
E se mais tarde passo pelo Palácio Foz (nos Restauradores) e vejo anunciados diversos concertos de entrada livre até ao final do mês, penso: ide ouvir quem puder!
Então hoje, um dia D de atarefaDo, ocorreu-me estar em plena Lisboa, num 9º piso na Rua dos Pentes, a contemplar um pouco da Mãe d'Água das Amoreiras, e estar no Hotel Amazónia!
Não vi de imediato qual a ligação!
Talvez os povo Ameríndios precisassem domar seus cabelos, ou talvez tivesse simplesmente a ver com as origens da Indústria brasileira nas quais (entre outros produtos) pentes de tartaruga saíam das oficinas artesanais do início do século XIX para o mundo.
E se mais tarde passo pelo Palácio Foz (nos Restauradores) e vejo anunciados diversos concertos de entrada livre até ao final do mês, penso: ide ouvir quem puder!
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quarta-feira, 3 de julho de 2013
Oh Pá!
E o mundo pula e avança, e alguma boa notícia que haja ora é atropelada pelo cansaço ora enredada na actual desconjuntura!
Lembra aquelas situações em que sentimos as orelhas a escaldar quando há alguma asneira!
(Eu não fui!)
Por mais que se viva, não se sabe onde param os limites, se é que os há, se é genuíno ou encenação, provavelmente misto puro.
Por mais que se avance, que se esteja farto de todo o negativismo, lá se tropeça.
Lembram-se da sola do calçado ortopédico? Botas simples, com atacadores. Eu dizia que não, que não usava disso (não sabia), que não eram minhas (e na realidade não eram).
O que eu desejo, é um caminhar mais certo.
Lembra aquelas situações em que sentimos as orelhas a escaldar quando há alguma asneira!
(Eu não fui!)
Por mais que se viva, não se sabe onde param os limites, se é que os há, se é genuíno ou encenação, provavelmente misto puro.
Por mais que se avance, que se esteja farto de todo o negativismo, lá se tropeça.
Lembram-se da sola do calçado ortopédico? Botas simples, com atacadores. Eu dizia que não, que não usava disso (não sabia), que não eram minhas (e na realidade não eram).
O que eu desejo, é um caminhar mais certo.
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